Saddam está morto. Ele já deveria estar morto há muito tempo. Mas foi morto por enforcamento. Ele sofreu um dos piores sofrimentos que um ser humano pode sofrer, por alguns instantes. Pra quê isso? Depois ele morreu e pronto, pra ele não importa mais. Porém, pra mim, isso vai ficar pro resto da vida como uma prova da imbecilidade e crueldade humanas. O sofrimento dele não ajudou ninguém. Não trouxe nenhuma de suas vítimas de volta. Só colocou mais dor sobre a face da terra. Ele não faz falta, já foi e já foi tarde. Mas enforcamento é muita sacanagem.
Se um dia me condenarem à morte, SE dêem a dignidade de me matar instantaneamente com 2 tiro certeiros simultâneos: Um no meio da testa e outro no coração.
30 Dezembro 2006
26 Dezembro 2006
1 ano de blog
364 dias atrás houve um post sobre isso. Clique aqui para lê-lo(lindo cacófato, não?)
Amanhã faz um ano que migrei pro blogspot. De lá pra cá algumas coisas mudaram, outras permaneceram as mesmas, então vou fazer minha retrospectiva com base naquele post.
O estágio no INSS foi ótimo. Aprendí muito de processo e de relacionamento profissional. Conhecí pessoas legais, outras nem tão legais assim, mas saí muito no lucro. Desse estágio veio meu namoro com a Mônica e a constatação de que eu sou caxias pacas, e que lido bem com pressão.
Uma coisa que eu percebí foi que o estágio atrapalha a faculdade. Não pelo fato de estagiar, mas pelo comprometimento e dedicação que eu gosto de empenhar quando "é pra valer". Não consigo me desligar, ou me dar dias de folga pra resolver as coisas da facul ou estudar. Várias vezes eu chegava mais cedo e saia mais tarde. Acho que tenho uma grande tendência a me tornar um workaholic depois de formado.
Bom, um ano se passou, e minha prima continua noiva e minha tia-avó continua morta. Algumas coisas não mudam rapidamente. O Natal esse ano foi novamente agridoce. Me estressei muito com a minha mãe e suas invencionices, mas depois de tudo pronto, a festa aqui em casa foi divertida.
Aquela paixonite do natal passado deu em nada. Nem me lembro quem era ela, devia ser alguma vagabunda. Não comí. Não sei digo que pena ou ainda bem. Enfim...
Não rodei na faculdade. Aquele probleminha de notas foi resolvido com o professor, muito gentil da parte dele. Semestre que vem (2007/1) promete ser puxado, mas esperemos ele chegar. Devo começar meu trabalho de conclusão, completar minhas horas obrigatórias de atividades complementares... um porre. Claro, isso tudo se eu quiser me formar em 2007/2, e eu quero!
Continuo saindo com o taco de beisebol no pátio. Esse ano um cara tentou entrar aqui em casa zanzando pelo telhado. Agora uso também um facão. Os gatos não são mais problema. Problema são os cachorros da vizinha: Apolo e Tobias. Essas pragas estão me deixando maluco. Latem o dia inteiro, e à noite também. Sem falar na própria vizinha, aquela escrota que provoca os bichos e ainda por cima joga água no nosso pátio. Hoje mesmo, os cães estão latindo desde às 14 horas sem parar, e ela jogou água novamente. Algum outro vizinho que desconheço já tentou envenenar essas merdas de cachorro ainda esse mês, mas o bicho sobreviveu. Pelo menos uma noite de sono nós tivemos esse mês enquanto essa praga estava no hospital veterinário. EU ESTOU FICANDO LOUCO!!!! Não agüento mais de dor-de-cabeça, e os espíritos-de-porco do outro lado do muro parece que só querem continuar atazanando. Acho que eles não entenderam o recado do envenenamento, e agora incitam os cachorros a latirem cada vez mais, e cada vez mais fazem mais barulho e gritaria. Estão conseguindo o ódio de todos os vizinhos. Isso ainda vai dar merda feia.
Definitivamente estou odiando esse apartamento, e esse é, sem sombra de dúvida, o pior lugar em que já morei, principalmente por causa daqueles escrotos barraqueiros do outro lado do muro.
Amanhã faz um ano que migrei pro blogspot. De lá pra cá algumas coisas mudaram, outras permaneceram as mesmas, então vou fazer minha retrospectiva com base naquele post.
O estágio no INSS foi ótimo. Aprendí muito de processo e de relacionamento profissional. Conhecí pessoas legais, outras nem tão legais assim, mas saí muito no lucro. Desse estágio veio meu namoro com a Mônica e a constatação de que eu sou caxias pacas, e que lido bem com pressão.
Uma coisa que eu percebí foi que o estágio atrapalha a faculdade. Não pelo fato de estagiar, mas pelo comprometimento e dedicação que eu gosto de empenhar quando "é pra valer". Não consigo me desligar, ou me dar dias de folga pra resolver as coisas da facul ou estudar. Várias vezes eu chegava mais cedo e saia mais tarde. Acho que tenho uma grande tendência a me tornar um workaholic depois de formado.
Bom, um ano se passou, e minha prima continua noiva e minha tia-avó continua morta. Algumas coisas não mudam rapidamente. O Natal esse ano foi novamente agridoce. Me estressei muito com a minha mãe e suas invencionices, mas depois de tudo pronto, a festa aqui em casa foi divertida.
Aquela paixonite do natal passado deu em nada. Nem me lembro quem era ela, devia ser alguma vagabunda. Não comí. Não sei digo que pena ou ainda bem. Enfim...
Não rodei na faculdade. Aquele probleminha de notas foi resolvido com o professor, muito gentil da parte dele. Semestre que vem (2007/1) promete ser puxado, mas esperemos ele chegar. Devo começar meu trabalho de conclusão, completar minhas horas obrigatórias de atividades complementares... um porre. Claro, isso tudo se eu quiser me formar em 2007/2, e eu quero!
Continuo saindo com o taco de beisebol no pátio. Esse ano um cara tentou entrar aqui em casa zanzando pelo telhado. Agora uso também um facão. Os gatos não são mais problema. Problema são os cachorros da vizinha: Apolo e Tobias. Essas pragas estão me deixando maluco. Latem o dia inteiro, e à noite também. Sem falar na própria vizinha, aquela escrota que provoca os bichos e ainda por cima joga água no nosso pátio. Hoje mesmo, os cães estão latindo desde às 14 horas sem parar, e ela jogou água novamente. Algum outro vizinho que desconheço já tentou envenenar essas merdas de cachorro ainda esse mês, mas o bicho sobreviveu. Pelo menos uma noite de sono nós tivemos esse mês enquanto essa praga estava no hospital veterinário. EU ESTOU FICANDO LOUCO!!!! Não agüento mais de dor-de-cabeça, e os espíritos-de-porco do outro lado do muro parece que só querem continuar atazanando. Acho que eles não entenderam o recado do envenenamento, e agora incitam os cachorros a latirem cada vez mais, e cada vez mais fazem mais barulho e gritaria. Estão conseguindo o ódio de todos os vizinhos. Isso ainda vai dar merda feia.
Definitivamente estou odiando esse apartamento, e esse é, sem sombra de dúvida, o pior lugar em que já morei, principalmente por causa daqueles escrotos barraqueiros do outro lado do muro.
20 Dezembro 2006
sexo irreverente
1. ESCLARECIMENTOS INICIAIS:
"Não! Sexo infantil não significa passar pó-de-mico na cama!!!"
"Sexo selvagem é legal, mas essa máscara de gorila já tá ficando ridícula"
2. CIÊNCIA:
"Monogamia: Do latim 'mono' (Macaco) mais o grego 'gamos' (Semente): Semente de macaco. Por isso continuamos primatas."
"Se deus quisesse que o homem não se masturbasse, teria nos feito com braços mais curtos. Veja o Tiranossauro. Por quê você acha que ele era tão nervoso?"
3. MODUS OPERANDI:
"Toque sua guitarra como se fizesse amor com uma mulher. Dirija como se fizesse amor com uma mulher. Faça tudo como se fizesse amor com uma mulher, exceto fazer amor com uma mulher. Isso você faz como se estivesse polindo o seu carro."
"Para fazer sexo, mire no meio das pernas. Não! Nos joelhos não, cacete!"
4. AMOR NATURAL:
"Ah, fazer amor em meio à natureza! Urtiga, formigas assassinas, muriçocas, a barraca desabando por cima de nós, as costas arrabentadas contra os gravetos..."
"Amor na praia é como culinária. Sempre rola um assado no final"
"Todos se encantam quando uma gatinha dá de mamar a cachorrinhos, mas experimente chupar uma zebra pra ver o que te acontece."
5. 3ª IDADE:
"Distribuiram Viagra no asilo e os velhinhos pararam de cair de suas camas ao virarem para o lado."
"O problema do Papai Noel não é tanto o tamanho do saco, mas a idade das bolas."
6. O MEMBRO:
"No começo os homens se importavam com as dimensões de seu membro. Depois inventaram as prostitutas."
"Eu tenho uma veia cômica. Bom, pelo menos eu acho engraçado o jeito que ela lateja."
7. GENTILEZAS:
"Nossa! Como seus seios são grandes! Quer que eu ajude a carregar?"
"Eu sei que você não é acostumada a sexo anal, e que deve estar doendo, então vou dar uma acelerada pra acabar logo, ok?"
8. PODER E DOMINAÇÃO:
"Sexo é uma forma de poder. Poder com F."
"Sexo é uma forma de dominação. Especialmente se envolver cordas e um sistema de roldanas."
9. A PSIQUê:
"Mulheres muito bonitas se entristecem quando os homens se assustam com elas. As feias já nem se importam mais com isso."
"Alguns homens fazem guerras, outros fazem amor. Uns ganham dinheiro, outros preferem poder. Os sábios juntam as coisas... e não fazem porra nenhuma. Por isso temos poucos sábios."
10. FALSIDADE:
"Eu disse que ele era grande, mas no sentido de simpático."
"Não, ahn... essa meia eu carrego aqui na cueca pro caso de a que está nos pés rasgar..."
"Esse enchimento nos seios até é legal, o chato é quando tu tira a blusa."
"Não! Sexo infantil não significa passar pó-de-mico na cama!!!"
"Sexo selvagem é legal, mas essa máscara de gorila já tá ficando ridícula"
2. CIÊNCIA:
"Monogamia: Do latim 'mono' (Macaco) mais o grego 'gamos' (Semente): Semente de macaco. Por isso continuamos primatas."
"Se deus quisesse que o homem não se masturbasse, teria nos feito com braços mais curtos. Veja o Tiranossauro. Por quê você acha que ele era tão nervoso?"
3. MODUS OPERANDI:
"Toque sua guitarra como se fizesse amor com uma mulher. Dirija como se fizesse amor com uma mulher. Faça tudo como se fizesse amor com uma mulher, exceto fazer amor com uma mulher. Isso você faz como se estivesse polindo o seu carro."
"Para fazer sexo, mire no meio das pernas. Não! Nos joelhos não, cacete!"
4. AMOR NATURAL:
"Ah, fazer amor em meio à natureza! Urtiga, formigas assassinas, muriçocas, a barraca desabando por cima de nós, as costas arrabentadas contra os gravetos..."
"Amor na praia é como culinária. Sempre rola um assado no final"
"Todos se encantam quando uma gatinha dá de mamar a cachorrinhos, mas experimente chupar uma zebra pra ver o que te acontece."
5. 3ª IDADE:
"Distribuiram Viagra no asilo e os velhinhos pararam de cair de suas camas ao virarem para o lado."
"O problema do Papai Noel não é tanto o tamanho do saco, mas a idade das bolas."
6. O MEMBRO:
"No começo os homens se importavam com as dimensões de seu membro. Depois inventaram as prostitutas."
"Eu tenho uma veia cômica. Bom, pelo menos eu acho engraçado o jeito que ela lateja."
7. GENTILEZAS:
"Nossa! Como seus seios são grandes! Quer que eu ajude a carregar?"
"Eu sei que você não é acostumada a sexo anal, e que deve estar doendo, então vou dar uma acelerada pra acabar logo, ok?"
8. PODER E DOMINAÇÃO:
"Sexo é uma forma de poder. Poder com F."
"Sexo é uma forma de dominação. Especialmente se envolver cordas e um sistema de roldanas."
9. A PSIQUê:
"Mulheres muito bonitas se entristecem quando os homens se assustam com elas. As feias já nem se importam mais com isso."
"Alguns homens fazem guerras, outros fazem amor. Uns ganham dinheiro, outros preferem poder. Os sábios juntam as coisas... e não fazem porra nenhuma. Por isso temos poucos sábios."
10. FALSIDADE:
"Eu disse que ele era grande, mas no sentido de simpático."
"Não, ahn... essa meia eu carrego aqui na cueca pro caso de a que está nos pés rasgar..."
"Esse enchimento nos seios até é legal, o chato é quando tu tira a blusa."
16 Dezembro 2006
Direção Defensiva
Você está dirigindo em uma descida longa e acentuada. Algo acontece e você dá uma pequena desviada rápida pra esquerda. Pra voltar pro rumo, dá outra pequena guinada para a direita. Quando você faz isso, o carro começa a balançar, e você tenta corrigir indo "um toquezinho" pra esquerda novamente. O carro balança um pouco mais forte, e quando você percebe está quase perdendo a direção. O carro começa a saltitar na pista. Os amortecedores, nesse caso, funcionam ao contrário do que deveriam, aumentando a trepidação e o saltitar.
Freiar faz o carro balançar para a frente. Acelerar talvez seja uma loucura que pudesse dar certo, mas nunca tentei.
O certo a fazer é deixar a direção reta para a frente, e esperar que a descida acabe para o carro assentar novamente e estabilizar-se.
Ultimamente tenho me sentido esse carro instável. Alterações de humor súbitas, quase instantâneas, e cada vez mais intensas. Só quero que a descida acabe logo antes que eu capote ladeira abaixo ou acabe machucando quem não tem culpa das minhas barbeiragens. Até lá, vou tentar encontrar meu centro e torcer para que tudo acabe bem.
Eu só preciso me manter reto à frente e esperar a descida acabar.
Freiar faz o carro balançar para a frente. Acelerar talvez seja uma loucura que pudesse dar certo, mas nunca tentei.
O certo a fazer é deixar a direção reta para a frente, e esperar que a descida acabe para o carro assentar novamente e estabilizar-se.
Ultimamente tenho me sentido esse carro instável. Alterações de humor súbitas, quase instantâneas, e cada vez mais intensas. Só quero que a descida acabe logo antes que eu capote ladeira abaixo ou acabe machucando quem não tem culpa das minhas barbeiragens. Até lá, vou tentar encontrar meu centro e torcer para que tudo acabe bem.
Eu só preciso me manter reto à frente e esperar a descida acabar.
06 Dezembro 2006
Não consigo pensar num título
Cerca de um ano e meio atrás eu chorei quando lí "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", do Saramago, na parte em que o Pastor mostra a Jesus as mortes que virão em Seu Nome. Sentí raiva da humanidade, e uma dor pela intolerância humana. Me sentí um grão de areia.
Hoje estou emotivo. Fiquei (na ausência de palavra mais adequada) triste com a morte da Yvi. Pensei nisso. Talvez não me afetasse tanto se não fosse a 3ª morte de dezembro em 3 anos consecutivos. Mas a morte veio num momento em que estou vulnerável.
Fiquei pensando nesses dias que se passaram em quantas pessoas eu deixei pra conhecer depois, e perdí a chance de conhecê-las. A Yvi foi uma delas, queria conhecê-la quando ela estivesse no 2º ano. Diferentemente das outras pessoas que ainda não conheço, ela é a única pessoa que eu irremediavelmente não vou poder conhecer em outra hora. Ao menos não nessa existência.
Eu nunca vou saber se ela era legal, se era divertida, engraçada. Nunca vou saber quais suas bandas favoritas, como era seu humor. Não vou saber se ela era uma escrota ou a mais adorável das criaturas. Estranhamente - talvez seja só o meu mau-momento - sentí a morte dela por mais tempo que a do Verde. Pra mim o Verde tá dormindo em alguma aula por aí. A Yvi é a primeira morte que "foi embora pra sempre". Essa sensação de pendência irremediável é horrível. Parece uma espécie de culpa. Não tenho aquela sensação "eu sempre fui legal com ele" ou "fomos bons amigos, e aproveitamos a vida" que tenho com os outros mortos que conhecí. É uma ausência se nunca fomos presentes? Ficou um vácuo que eu não consigo entender direito.
Decidí que vou me esforçar pra conhecer todas as pessoas que me parecerem interessantes. Isso agora é minha meta. Nada de deixar pra depois, nada mais de timidez desnecessária, nem descaso com a vida alheia.
Quando eu gostar da comida, irei cumprimentar o cozinheiro. Se eu gostar da banda, vou falar com a banda. Quem eu achar legal, vou conhecer.
Eu, que sempre incentivei as pessoas a "meterem a cara", agora vou fazer o que eu tentava ensinar aos outros.
E tenho dito!
Hoje estou emotivo. Fiquei (na ausência de palavra mais adequada) triste com a morte da Yvi. Pensei nisso. Talvez não me afetasse tanto se não fosse a 3ª morte de dezembro em 3 anos consecutivos. Mas a morte veio num momento em que estou vulnerável.
Fiquei pensando nesses dias que se passaram em quantas pessoas eu deixei pra conhecer depois, e perdí a chance de conhecê-las. A Yvi foi uma delas, queria conhecê-la quando ela estivesse no 2º ano. Diferentemente das outras pessoas que ainda não conheço, ela é a única pessoa que eu irremediavelmente não vou poder conhecer em outra hora. Ao menos não nessa existência.
Eu nunca vou saber se ela era legal, se era divertida, engraçada. Nunca vou saber quais suas bandas favoritas, como era seu humor. Não vou saber se ela era uma escrota ou a mais adorável das criaturas. Estranhamente - talvez seja só o meu mau-momento - sentí a morte dela por mais tempo que a do Verde. Pra mim o Verde tá dormindo em alguma aula por aí. A Yvi é a primeira morte que "foi embora pra sempre". Essa sensação de pendência irremediável é horrível. Parece uma espécie de culpa. Não tenho aquela sensação "eu sempre fui legal com ele" ou "fomos bons amigos, e aproveitamos a vida" que tenho com os outros mortos que conhecí. É uma ausência se nunca fomos presentes? Ficou um vácuo que eu não consigo entender direito.
Decidí que vou me esforçar pra conhecer todas as pessoas que me parecerem interessantes. Isso agora é minha meta. Nada de deixar pra depois, nada mais de timidez desnecessária, nem descaso com a vida alheia.
Quando eu gostar da comida, irei cumprimentar o cozinheiro. Se eu gostar da banda, vou falar com a banda. Quem eu achar legal, vou conhecer.
Eu, que sempre incentivei as pessoas a "meterem a cara", agora vou fazer o que eu tentava ensinar aos outros.
E tenho dito!
02 Dezembro 2006
HOMENAGEM
"É com extremo pesar e dor que o Centro Acadêmico André da Rocha, em nome de todos os estudantes de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vem por meio desta prestar uma singela homenagem à colega Yvi dos Reis Tomaz, falecida na última 6ª. feira, 1º. de dezembro, em um trágico acidente.
Yvi, aluna do 1º. ano manhã, além ser extremamente inteligente, era tida pelos colegas e amigos como uma pessoa muito querida, sempre com um sorriso estampado no rosto e disposta a contagiar os outros com sua energia e alegria. O Centro Acadêmico, como entidade representativa dos estudantes, está de luto por esta terrível perda, que com certeza deixará saudades.
O velório e o enterro ocorreram hoje, em Osório, cidade natal da colega."
*******
Eu demorei a ligar o nome à pessoa. Só soube quem era ontem à noite, quando mostraram aquela foto da Yvi no pátio da faculdade, no Jornal Nacional.
Pensei em muita coisa. Explicar que nunca nos falamos direito, mas nos conhecíamos de vista. Que ela era bem bonitinha e simpática. Parecia ser uma pessoa legal. Todos aqueles lugares-comuns que se pensa quando morre alguém inesperadamente. No fim das contas, acho melhor não dizer nada além de:
"Yvi, descanse em paz. Que tua luz brilhe no céu. Serás sempre uma boa lembrança para os que te conheceram."
Yvi, aluna do 1º. ano manhã, além ser extremamente inteligente, era tida pelos colegas e amigos como uma pessoa muito querida, sempre com um sorriso estampado no rosto e disposta a contagiar os outros com sua energia e alegria. O Centro Acadêmico, como entidade representativa dos estudantes, está de luto por esta terrível perda, que com certeza deixará saudades.
O velório e o enterro ocorreram hoje, em Osório, cidade natal da colega."
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Eu demorei a ligar o nome à pessoa. Só soube quem era ontem à noite, quando mostraram aquela foto da Yvi no pátio da faculdade, no Jornal Nacional.
Pensei em muita coisa. Explicar que nunca nos falamos direito, mas nos conhecíamos de vista. Que ela era bem bonitinha e simpática. Parecia ser uma pessoa legal. Todos aqueles lugares-comuns que se pensa quando morre alguém inesperadamente. No fim das contas, acho melhor não dizer nada além de:
"Yvi, descanse em paz. Que tua luz brilhe no céu. Serás sempre uma boa lembrança para os que te conheceram."
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